sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Maionese de Tofu

Meninas, o Tofu, apesar de um pouco caro vale o investimento.Ele esta na base da Pirâmide Atkins e por isso, assim como tudo que esta na base pode ser consumido para matar a fome. Não é empanturrar-se, é matar a fome mesmo.
Por que estar na base da Pirâmide faz diferença? Faz toda a diferença, por exemplo se vocês comerem muito queijo que esta em outro setor da Pirâmide corre o risco de travar e/ou engordar. Há um limite para o queijo e teoricamente os alimentos que estão na base não possuem limites, digo teoricamente porque nada é livre para comer até cair morto. O tofu pra quem ainda não experimentou não tem gosto de nada e por isso é bom para fazer todo tipo de receita! Eu costumo fazer uma pastinha de tofu com atum para comer com ovinhos de codorna de lanche, fica ótimo e tem quase nada de carbo. Mas não se esqueçam, a única coisa que não engorda é água, rssss


Maionese de Tofu

Ingredientes

  • 250 gramas: Queijo tofu;
  • 2 colheres de sopa: Azeite de oliva;
  • 2 colheres de sopa: Suco de limão natural;
  • 2 colheres de sopa: Mostarda.
Ingredientes para o Preparo da Maionese de Tofu

Modo de preparo

  1. Pique o tofu e coloque no liquidificador e acrescente mostarda, sal, limão.
  2. Ligue o liquidificador e acrescente devagar o azeite até dar ponto de maionese, não bata demais, pois coalha. Guarde a maionese de tofu em pote fechado na geladeira.
  3. Sirva a maionese como patê ou a acompanhar saladas.
Obs. O prazo de validade da maionese de tofu na geladeira é de cerca de 5 dias.

Valores nutricionais por porção

Açúcar:0,1 gBeta-caroteno:0,1 μg
Cálcio:25,1 mgCalorias:44,1 kcal
Carboidratos:1 gColesterol:0 mg
Ferro:0,5 mgFibras totais:0,2 g
Fósforo:29,3 mgGorduras:3,9 g
Gorduras monoinsaturadas:2 gGorduras poliinsaturadas:1 g
Gorduras saturadas:0,6 gMagnésio:22,9 mg
Niacina:22,8 mgPotássio:25,8 mg
Proteína:2 gSódio:49,6 mg
Vitamina A:0,6 IUVitamina C:1,4 mg
Vitamina E:0,6 gVitamina K:1,6 μg
Os valores nutricionais são baseados em cálculos teóricos. Não foi executada uma análise laboratorial.
Read More

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

A história de Fernanda e um médico no RJ!!!

Meninas, estava lendo essa matéria da Vejinha e descobri que a dieta que a jornalista Fernanda de 130 quilos fez, foi justamente a nossa!!
Leiam a história dela e do médico que a ajudou a perder 45 quilos em 7 meses!



Diário de uma ex-gorda

Não há como emagrecer sem sacrifício. Privações de todo tipo, efeitos colaterais desagradáveis e uma extenuante maratona diária de exercícios viram parte da rotina. Mas as compensações valem tudo isso

por Fernanda Thedim | 02 de Janeiro de 2013


clique na imagem acima para ampliá-la

O salão do restaurante estava lotado e o único lugar vago era em um banco de madeira. Parecia confortável o suficiente para o almoço de domingo com os amigos na recém-inaugurada galeteria do Jardim Botânico. Pedidas as bebidas e os pratos de entrada, ouve-se de repente um estrondo que atraiu todos os olhares. Na minha direção. As pernas do móvel não suportaram meu peso e se partiram ao meio. O artefato ruiu como se tivesse sido implodido. E lá estava eu estatelada no chão em meio a um silêncio esmagador que tornava a situação ainda mais humilhante. Só conseguia pensar na queda das Torres Gêmeas — como se eu mesma fosse um edifício recém-desabado. Quem assistiu à cena tentava disfarçar o constrangimento enquanto outro banco era providenciado. Aos poucos, o burburinho do salão voltou e o papo engatou novamente. Gostaria de dizer que essa foi a primeira vez que passei por isso, mas não foi.


Aos 30 anos, eu estava pesando 127 quilos. Com esse peso, situações corriqueiras, como sair para um simples almoço de domingo com os amigos, podem se transformar em um filme de suspense. Tanto que eu já havia criado algumas táticas de sobrevivência. Da entrada no restaurante até a escolha da mesa, eu tinha segundos preciosos para investigar o terreno. Em instantes, encontrava o lugar mais resistente para me acomodar. Se houvesse um sofá ocupado, pedia para trocar com quem estivesse nele. Se a cadeira fosse de madeira, prestava atenção à espessura das pernas e ao tamanho dos parafusos. Se fosse de plástico, era pura adrenalina. O pânico do ridículo era constante, em todos os lugares. Não sabia se o cinto de segurança do avião ia fechar, se conseguiria passar pela catraca do ônibus sem ficar entalada. Fora as desculpas rotineiras para as vendedoras de lojas — como dizer que uma calça não vestiu bem quando na verdade ela nem passou pelo joelho. Ser obeso é muito mais difícil do que as pessoas imaginam.




clique na imagem acima para ampliá-la

A cirurgia de redução de estômago estava se tornando uma opção cada vez mais real. Havia, porém, uma luz no fim do túnel. Dois anos antes de o jogador Ronaldo topar o desafio de perder seus 17 quilos no Fantástico, a ideia de acompanhar a dieta de um repórter durante seis meses já havia sido lançada na reunião semanal de VEJA RIO. O assunto foi trazido à tona semanas a fio sem que ninguém se candidatasse. Revelar meu peso era uma ideia abominável. Seria como expor a minha maior fragilidade, como estar nua no meio de uma multidão. Era algo que me envergonhava profundamente, um segredo bem guardado entre mim e a balança — nem meu marido conhecia a combinação de três dígitos. Ironicamente, foi durante um almoço, programa preferido de todo gordo que se preza, que eu tomei a decisão. Uma amiga me disse sem pestanejar: "Não faz diferença quanto você pesa. Qualquer um consegue ver quanto você está gorda". Ela estava certa. A não ser que eu vivesse enclausurada, era impossível esconder a dura realidade. Naquele mesmo dia, marquei consulta com um endocrinologista e avisei a meu editor que ele finalmente havia conseguido uma voluntária. Por mais que a ideia não me agradasse, precisava me dar essa última chance antes do bisturi.



O primeiro encontro com o médico Fabiano Serfaty, do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia (Iede), foi semelhante a uma sessão de terapia. Durante duas horas, sem que olhasse uma vez sequer para o relógio, ele me ouviu. Relatei tudo o que pudesse ajudá-lo a entender de onde vinha a minha compulsão por comida. Contei que era uma frequentadora assídua de endocrinologistas desde muito cedo. Fui uma adolescente gordinha e sofria bullying no colégio por causa disso. Emagrecia, engordava, emagrecia, engordava. Aos 18 anos, perdi meu único irmão num acidente e o ponteiro da balança disparou até os 125 quilos. Fiz uma dieta longa e fiquei magra durante um tempo. Aí veio meu primeiro emprego. Ironia do destino, virei crítica de gastronomia. Logo eu que amava comer, cozinhar, assistir a programas de TV sobre o assunto. Durante oito anos fiz refeições nababescas sem me preocupar uma única vez com a quantidade de calorias. Era capaz de comer dois, três, quatro potinhos de manteiga com os pãezinhos do couvert na Roberta Sudbrack. Orgulhava-me da marca de quarenta pratos na mesa do chef do Le Pré Catelan. O resultado dessas orgias estava marcado na balança: tinha quase 60 quilos de massa de gordura — o máximo para minha altura, 1,75 metro, seriam 21 quilos — e meu IMC era de 41,9, o que me qualificava como obesa mórbida de nível 3.




Fui submetida a uma bateria de exames e, por algum milagre genético, minhas taxas se encontravam dentro dos limites. Estava apta a encarar a rígida dieta da proteína (uma versão do bem, com legumes e verduras, do método criado nos anos 60 pelo cardiologista americano Robert Atkins). Meu pãozinho francês com manteiga, o arroz com feijão do almoço e aquele risoto no fim de semana com uma tacinha de vinho estavam proibidos pelos próximos meses. Em compensação, poderia me fartar com ovos, carnes, frios e queijos. De preferência, os magros. "Quando reduzimos a ingestão de carboidratos, o corpo vai buscar energia na gordura estocada nas células em forma de triglicerídeos", Serfaty me explicou. A boa notícia ainda estava por vir. "Você vai sentir que as regiões com mais acúmulo de gordura serão as primeiras a secar." Criamos um calendário de metas, revistas em consultas semanais, que foram fundamentais para me manter concentrada no projeto. Os primeiros dias, porém, não foram fáceis. Um mau humor súbito tomou conta de mim, acompanhado por uma dor de cabeça incontrolável. No segundo e no terceiro dias, idem. As coisas só começaram a melhorar do quarto em diante. Finalmente meu corpo começou a entender que sobreviveria e meu humor se restabeleceu. Foram-se 10 quilos nos primeiros trinta dias. Mais 7 no segundo mês. Mesmo com tantas restrições à mesa, ainda estava animada a persistir depois dos primeiros resultados. Da mesma forma que comer vicia, emagrecer também.


Como não existe milagre para perder peso, além da dieta cumpri uma rígida agenda de atividades físicas sob a orientação do preparador físico Dudu Netto, diretor técnico da Body Tech e um dos maiores especialistas em educação física do Brasil. Em nossa primeira aula, ele me disse: "Se você é daquelas pessoas que esperam acordar com a maior disposição para levar uma vida ativa, infelizmente não tenho boas notícias: esse dia nunca vai chegar". Como assim? E toda aquela gente linda e sarada que eu encontrava na academia logo cedo? Ele fez uma analogia que tinha todo o sentido. "Qualquer criança enrola até o último minuto para escovar os dentes e tomar banho. Nessa época, são tarefas que exigem esforço. Já na vida adulta, elas são incorporadas naturalmente. Com a atividade física, acontece a mesma coisa. Praticar exercício é uma questão de hábito. Depois que você o incorpora à sua vida, ele deixa de ser tão sacrificante." De fato, no início do processo o mais difícil não eram os exercícios, mas tomar a iniciativa de acordar cedo, me vestir e sair de casa. Quando o despertador tocava às 5h30, eu pensava em aceitar a obesidade como condenação perpétua e desistir de tudo. Não foram poucas as vezes em que isso aconteceu. No entanto, a nova rotina matinal estava me deixando mais disposta, bem-humorada e com mais energia para as atividades do trabalho e de casa. Meu dia passou a render.



Como em toda guerra, não existe vitória sem sacrifícios. Para perder 45 quilos em sete meses, é preciso fazer muitos deles. A todo instante fui submetida às mais diferentes provações. Nem sempre resisti. O problema é que, depois dos salgadinhos e brigadeiros roubados às escondidas na festinha de 2 anos do meu filho e de uma promoção completa do McDonald’s, com direito a refrigerante e batata grande, eu me sentia um fracasso absoluto — um fracasso extralarge, digamos assim. Esse autoflagelo teve efeito positivo: fez com que os deslizes acontecessem cada vez menos. Mas para cumprir as restrições alimentares não teve jeito. Tive de me afastar durante um bom tempo dos maravilhosos almoços e jantares para os quais me convidaram, evitei o barzinho depois do expediente com os colegas de trabalho e saía de cena na hora da sobremesa. Pedia licença e dizia que precisava fazer uma ligação. Em casa, usava toda a minha criatividade para fugir da mesmice da omelete de queijo e do bife com salada, sempre seguidos por gelatina diet. No entanto, estava com receio de que essa overdose de proteína fosse ter impacto em meus exames finais. Foi uma agradável surpresa abrir o envelope com o resultado. Meus triglicerídeos estavam em 80 mg/dl e o colesterol em 176 mg/dl, quando os índices limítrofes são de 200 mg/dl e 239 mg/dl, respectivamente, derrubando a tese de que a dieta da proteína faz, necessariamente, mal à saúde.



Como todo gordo que já foi magro um dia, eu tinha um guarda-roupa inteiro de peças que não cabiam em mim fazia anos. Há algumas semanas, eu me enchi de confiança e abri esse armário esquecido, quase pré-histórico. Como eu não via aquelas peças havia muito tempo, foi como vasculhar vestígios de uma antiga civilização. Deparei com grandes achados, como uma calça jeans tamanho 42. Ela estava lá, me encarando, desafiadora. Éramos só nós duas. Eu me senti em um duelo digno dos westerns de John Ford e Sergio Leone. Ufa, passou pelo joelho. Já era uma vitória. Decidi ir além. Puxei um pouco aqui, um pouco ali e ela subiu até os quadris. Deitei na cama, prendi a respiração, encolhi a barriga e consegui fechar o primeiro botão. E o segundo. E o terceiro. Confesso: ela não entrou com facilidade, não mesmo. Mas entrou. Em mais algum tempo, ficará perfeita novamente. O elogio mais frequente que ouvi desde que comecei a engordar foi: "Você tem um rosto tão bonito!". Longe de me agradar, isso sempre me soava como uma lembrança de que só meu rosto se salvava. Minha silhueta não era elogiável. Quando me olho no espelho agora, fico feliz com o que vejo. E, quando entro em um restaurante, não preciso mais me preocupar com a cadeira em que vou sentar. Nem com o cinto de segurança do avião, ou com a catraca do ônibus. Joguei fora todo o meu armário. Minha coleção de maiôs inclusive. Vou à praia de biquíni neste verão. Ano novo, corpo novo e, principalmente, vida nova.


Pergunte ao endocrinologista

Fabiano Serfaty, professor do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia que acompanhou a repórter Fernanda Thedim durante o desafio de emagrecimento, responde 15 perguntas sobre dieta, perda de peso e efeito sanfona

02 de Janeiro de 2013


1 - Dietas radicais, como a da proteína, valem mesmo a pena ou estão sempre fadadas ao efeito sanfona?

A dieta com restrição de carboidratos não é uma dieta radical, tendo em vista que o paciente apenas se limita a ingerir um determinado tipo de alimento. Este regime ensina ao paciente como comer, mas não limita as quantidades, levando a uma reeducação alimentar natural, sem perigo de efeito sanfona.

2 - É verdade que a dieta da proteína aumenta o colesterol?

Não. Pelo contrário, hoje os estudos científicos recentes comprovam que a dieta com baixo índice de carboidrato é a que apresenta o efeito mais positivo na melhora do perfil lipídico, aumentando o HDL (bom colesterol) e diminuindo os triglicerídeos.

3 - Quais são os riscos para o organismo de abolir o carboidrato do cardápio?

Nenhum risco. Valendo ressaltar que a nossa proposta não se baseia em uma retirada completa dos carboidratos. Na fase de manutenção, o indivíduo pode comer todo tipo de carboidrato, devendo escolhe-lo através de uma tabela específica que garante combinações acertadas.

4 - Antes de começar uma dieta, que tipo de exames é importante fazer e por quê?

O paciente deve ser submetido fundamentalmente a um exame clínico completo de sangue, laboratoriais e de imagem. A dieta é um ótimo pretexto para se fazer um check-up.

5 - Existe alguma contraindicação para a dieta da proteína?

A contraindicação é pontual em pacientes que apresentem alguma disfunção renal. Mas isso não quer dizer que o regime, por si só, leva à disfunção renal.

6 - Por quanto tempo posso fazer uma dieta restritiva sem prejudicar a saúde?

Não existe limite de tempo para se fazer este regime, que deve ser realizado sob supervisão médica pelo tempo necessário. Além da perda de peso e da melhora metabólica, estudos recentes mostram evidências de benefícios da dieta da proteína para o tratamento do câncer, da Doença de Alzheimer, Doença Parkinson, AVC, epilepsia, envelhecimento, enxaqueca, autismo, traumatismo craniano e outras desordens neurológicas, corroborando que não há um limite de tempo para ser realizada.

7 - A idade da pessoa influencia de alguma forma o processo?

Cada faixa etária e sexo apresentam sua peculiaridade, o que de fato influenciará positivamente ou negativamente na redução do peso. Por isso, é fundamental que todo paciente passe por uma avaliação médica séria e bem criteriosa antes de iniciar qualquer tratamento. E, como o metabolismo muda com a idade, deve-se avaliar a presença de algumas alterações hormonais como na menopausa, período em que a mulher pode apresentar dificuldade maior para emagrecer.

8 - Em um processo de emagrecimento, a dieta equivale a quantos por cento do resultado?

A dieta sem dúvida é a protagonista no processo de perda de peso, sendo responsável por cerca de 70% dos resultados, dependendo do paciente. Obviamente o exercício é fundamental e ajuda muito, aumentando a taxa metabólica basal, a massa magra e melhorando a auto-estima, fatores essenciais na redução e manutenção do peso.

9 - Alguma dica para combater a fome depois de praticar exercícios?

A fome após o exercício é uma resposta fisiológica do nosso organismo que não deve ser enganada. Pelo contrário, deve ser bem suprida pelos alimentos que são permitidos na dieta. Alguns tipos de carboidratos e proteínas, por exemplo, podem ser ingeridos sem restrição após a atividade física, bem como suplementos protéicos que tenham baixo teor de carboidratos.

10 - Dizem que algumas dietas fazem perder os cabelos e cair as unhas. É importante tomar suplementos vitamínicos para complementar a perda de nutrientes durante o regime?

Essa pergunta denota a importância de uma avaliação e um acompanhamento médico durante qualquer tratamento nutricional, uma vez que o regime bem orientado proporciona por si só todos os nutrientes necessários ao organismo. Perdas de cabelo e unhas fracas durante uma dieta podem ser sinais de cardápio mal orientado.

11 - Terminada a dieta, o que é importante fazer para manter o peso e não ser vítima do efeito sanfona?

A principal fase do tratamento é a de manutenção, que apresenta uma série de peculiaridades que devem ser acompanhadas por um profissional responsável. O paciente deve manter os hábitos alimentares saudáveis aprendidos durante a dieta, deve manter a prática diária de exercícios físicos e o acompanhamento médico e nutricional periódico. É nesta etapa que o médico fará a reintrodução dos alimentos de acordo com as necessidades de cada paciente.

12 - Existem alimentos que realmente ajudam a emagrecer, como o abacaxi e o limão? Você recomendaria outros?

O importante no emagrecimento é seguir algum programa dietético sério com base em evidências científicas prévias que auxiliam no processo de emagrecimento.

13 - Gelatina deixa a pele mais firme ou isso é mito?

Gelatina, assim como todas as outras fontes protéicas que podem ser ingeridas sem restrição em dietas como a proteíca, são fontes de colágeno. Mas dizer que deixa a pele mais firme é um exagero.

14 - Colágeno é um bom complemento durante uma dieta?

As melhores fontes de colágeno são as proteínas. Se ele pode ser obtido na própria dieta (através de um bife, por exemplo), não existe necessidade de suplemento.

15 - Como manter o intestino funcionando bem durante a dieta?

O indivíduo deve manter a ingestão de fibras, presentes nos vegetais, nas frutas e em alguns tipos de grãos, associando o uso de semente de linhaça, germe de trigo, oleoginosas como nozes, avelãs, castanhas e macadâmia. É sempre importante lembrar, também, que um boa ingestão diária de líquidos é fundamental para o funcionamento regular do intestino.

Fonte: Aqui e aqui.
Read More

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Feliz Ano Novo Proteico!!!!!

kkkk, amo essa imagem e ela é perfeita para nós!! Muita proteína!!!
Um 2013 maravilhoso para TODOS vocês!!!

bjimm
andrea

Read More

domingo, 23 de dezembro de 2012

Feliz Natal!!!!



Meninas, hoje só tem uma receita para vocês:
Resistam às delícias do Natal fazendo delícias Atkins, é possível,
Comemorem suas vitórias mesmo que elas sejam em gramas, você conseguiu!
Tenham fé em si mesmas e jamais duvidem da sua capacidade de superação! Você já é uma vitoriosa só por tentar!
Mas se ainda assim a tentação for maior e vocês não conseguirem resistir, tudo bem, se perdoem e na manhã seguinte retomem a luta, afinal vocês perderam apenas uma batalha, a guerra ainda será ganha!!!!

bjos queridas e 
Feliz Natal para todos!!!

Andréa


Read More

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Purê de Banana Verde

Imagem daqui


Purê de Banana Verde

4 bananas prata verde
2 dentes de alho (triturados)
2 colheres de óleo
1 pitada de coloral (se preferir, use açafrão espanhol)
1 tablete de caldo de galinha
200ml de água
sal a gosto


Modo de fazer 


Descasque as bananas e corte-as em rodelas (reserve). Em uma panela de pressão, refogue o alho no óleo até que doure, abaixe o fogo e acrescente o colorau, o caldo de galinha e a água, refogue tudo e acrescente as bananas cortadas; tampe a panela, espere pegar pressão e apague o fogo após 15 minutos.
Misture tudo, acerte o sal se precisar e sirva acompanhado de um belo bife!






Read More

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Rocambole by Vanda




ROCAMBOLE LOW CARB-BY VANDA - PPC


Massa:
6 ovos
Adoçante
4 colheres de sopa de cacau em pó

Recheio e cobertura: 1 lata de creme de leite com soro
Adoçante
6 colheres de sopa de cacau em pó

 Modo de preparo:

Massa: Forre uma assadeira de 24 x 33 cm com papel manteiga.
Pré aqueça o forno a 220 graus C.
Bata as claras em neve, então adicione o adoçante e bata novamente. Reserve. Em separado, bata as gemas e junte o cacau. Incorpore a mistura de gemas e cacau às claras em neve. Despeje a massa sobre a assadeira, espalhe igualmente com a ajuda de uma espátula e leve ao forno por aproximadamente 20 minutos. Estará pronto quando testando com um palito, ele sair seco. Tire do forno e desenforme imediatamente sobre um pano úmido coberto com um pouco de adoçante espalhe o recheio.

Enrole recheio Recheio e cobertura: Coloque todos os ingredientes numa panela e leve ao fogo, mexendo sempre até encorpar e soltar do fundo da panela. Espere esfriar e use metade para rechear o rocambole e metade para cobertura. 
Montagem: Coloque metade do recheio sobre o rocambole e espalhe uniformemente com a ajuda de uma espátula. Com a ajuda do pano enrole e forme o rocambole. Cubra-o com a outra metade do creme espalhando com a ajuda de uma espátula. Sugestão: Sirva acompanhado de morangos.
*Imagem: Entre Panelas
Read More

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Sorvete Atkiniano


Meninas, aqui no RJ a temperatura ultrapassou a 35°, em alguns lugares a sensação térmica foi a 40° e nada como um sorvetinho pra dar uma refrescada! Nós também podemos, mas não é para comer um balde, ok?
Essa receita foi feita a partir de uma que a querida Namaria fez e eu adaptei para a nossa dieta. Tem gente que usa emulsificante, mas assim como na receita dela não precisa, nessa também não, é só seguir direitinho que você consegue!

Sorvete Atkiniano

  • 250 ml de água fervendo
  • 1 pacote de gelatina em pó sabor morango com 35 g (ou do sabor de sua preferência)
  • 200 ml de água gelada
  • 1 lata de creme de leite sem soro
Calda de Morango
  • 1 ½ xícara (chá) de morango picado (se você estiver na PPC!)
  • adoçante a gosto 

1°- Em uma tigela, coloque 250 ml de água fervendo, 1 pacote de gelatina em pó sabor morango (ou do sabor de sua preferência) e misture bem até a gelatina dissolver completamente. Adicione 200 ml de água gelada e misture.

2° - Transfira a gelatina derretida para o liquidificador e adicione  1 lata de creme de leite sem soro e bata bem. Coloque em um pote e leve ao freezer até ficar consistente (+/- 3 h).

3°- Retire a mistura do freezer, coloque na batedeira e bata bem por 10 minutos.

4° - Volte a mistura novamente no pote e leve ao freezer até endurecer (+/- 4 h). Retire do freezer 10 minutos antes de servir. Faça bolas e sirva com calda de sua preferência.

Observações:
Para preparar o sorvete com sabor de chocolate, utilize 1 pacote de gelatina em pó sem sabor (12g), preparada da mesma forma descrita acima. Além disso, adicione cacau  quando for bater no liquidificador.







Read More

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Vitamina de Abacate

Meninas, essa receitinha é ridícula de tão fácil e nós podemos consumi-la desde a Indução, respeitando sempre a cota de 1/4 dia de abacate pequeno!


Vitamina de abacate


1/4 de um abacate pequeno
Adoçante líquido (sucralose)
Água quanto baste
Creme de leite sem soro. 

Bata bem no liquidificador.



Read More

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Omelete Suflê




OMELETE SUFLÊ

3 ovos
1 colher de sopa de creme de leite fresco
1 colher de sopa de manteiga
2 pitadas de sal
1/2 colher de cafezinho de pimenta do reino
1 colher de sopa cheia de queijo ralado

Vamos começar!
1- Separe as claras das gemas e rale o queijo parmesão.
2- Misture as gemas com o creme de leite, 1 pitada de sal e a pimenta do reino (demos 3 voltas do pimenteiro).
3- Bata as claras em neve e coloque uma pitada de sal. Quando estiverem prontas, misture delicadamente às gemas temperadas.
4- Em uma frigideira, coloque a manteiga em fogo médio. Quando ela derreter completamente, espalhe a mistura para que fique uniforme. Use uma espátula para ajudar.
5- Quando a omelete começar a adquirir consistência e estiver dourado embaixo, incline a frigideira, dobre ao meio, espere 30 segundos e polvilhe com um pouco do queijo parmesão ralado. Passe para o prato de servir e polvilhe com o resto do queijo. Sirva quente e bom apetite!


Read More

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Panqueca sem farinha - Namaria



Panqueca sem farinha - Namaria

Massa

300 g de peito de frango em cubos
4 ovos
1 xícara (chá) de leite (troque por creme de leite diluido em água!)
1 tablete de caldo de frango
3 colheres (sopa) de molho inglês
2 colheres (sopa) de óleo
pimenta do reino moída e cebolinha picadinha a gosto

Recheio

400 g de muçarela fatiada
200 g de presunto fatiado
queijo parmesão ralado a gosto


Massa
1°- Coloque num liquidificador o peito de frango em cubos, os ovos, o leite, um tablete de caldo de frango, molho inglês, óleo, pimenta do reino moída a gosto e bata bem até formar uma mistura homogênea. Desligue o liquidificador e misture a cebolinha picadinha a gosto. Reserve.

2°- Numa frigideira antiaderente, em fogo médio, coloque uma concha da mistura de frango e espalhe bem formando um disco bem fino. Deixe dourar dos os dois lados, retire com uma espátula e reserve. Repita o mesmo procedimento até terminar toda a massa.

Recheio
3°- Pegue cada disco de massa coloque duas fatias de queijo muçarela e uma fatia de presunto, enrole e vá arrumando em um refratário. Repita esse procedimento até terminar todos os ingredientes. Cubra as panquecas com molho de sua preferência, polvilhe queijo parmesão ralado a gosto e leve ao forno médio a 180 °C por aproximadamente 10 minutos ou até o queijo derreter. Retire do forno e sirva em seguida.

*Fonte: Mais Você
Read More

domingo, 2 de dezembro de 2012

Mousse de Presunto e Queijo



Mousse de Presunto e Queijo


1/2- Xícara (chá) de Água morna
1- Envelope de Gelatina em pó sem sabor e incolor
200- Gramas de Presunto picado
200- Gramas de Queijo Mussarela picado
150- Gramas de Requeijão Cremoso (só podemos: CATUPIRY)
150- Gramas de Maionese 
1- Caixa de Creme de Leite (200 gramas)
3- Colheres (sopa) de Salsinha
2- Colheres (café) de Sal

PREPARO
Unte uma forma de Pudim com um fio de Azeite e reserve. Misture a Gelatina na Água morna, e deixe hidratar por cinco minutos. Bata no liquidificador o Presunto, o Queijo, o Requeijão, a Maionese, o Creme de Leite, a Salsinha e o Sal por três minutos. Coloque a Gelatina Hidratada e bata por mais um minuto. Despeje toda essa mistura na forma untada. Leve a Geladeira e deixe por quatro horas para que fique bem firme. Sirva em seguida.

Fonte: Cia da Gula
Read More

Arroz à Piamontese Atkiniano



Arroz á Piamontese Atkiniano - Ana Paula de Abreu Braga 

Ingredientes
1 colher de sopa de manteiga
1 colher de sopa de cebola picadinha
1 colher de café de alho triturado desidratado
1 colher de café de alho triturado fresco
5 unidades de champignon em conserva
3 colheres de creme de leite
2 colheres de sopa de água filtrada
1 pitada de orégano
1 pitada de sal
2 xícaras de couve flor cozida e esfarelada (*coloquei também os talos picadinhos)
2 colheres de sopa de parmesão ralado

Modo de Fazer
Leve a panela ao fogo e acrescente a manteiga, refogue o alho fresco e o desidratado. Qdo estiver dourado acrescente a cebola, e deixe refogar um pouquinho. Incorpore a couve flor e o champignon, e misture. Acrescente o creme de leite e a água. Qdo engrossar, adicione o parmesão, acerte o sal. Enfeite com orégano. Sirva quente !!!

*Pode e deve acompanhar com belos bifes, assim como na fotinho ilustrativa.
Read More

Empadinhas de PIS by Herika





EMPADINHA DE PIS – HERIKA – FOI PARA O BLOG

14 colheres de PIS bem cheia
4 colheres de banha de porco
sal a gosto (cuidado com a mao pesada)
meio envelope de sazon da sua preferencia
3 ovos

Misture a banha de porco com os ovos com a mao mesmo, junte o sal o sazon e a PIS , misture bem ate que a massa desgrude da mao e da vasilha,massa homogênea .. se estiver grudenta acrescente um pouquinho mais de banha, tipo meia colher. reserve a massa.

Numa panela refogue o recheio de sua preferencia, usei frango desfiado com catupiry colorau alho sal com alho salsa palmito e a tao famosa azeitona ( empada sem azeitona não é empada!)
unte suas forminhas e forre com a massa, coloque o recheio e tampe. pincele com gema e leve ao forno por cerca de 15 a 20 min.

*PIS - Proteína Isolada de Soja
Read More

sábado, 1 de dezembro de 2012

Chips de Banana Verde

Banana Chips

Adquiram bananas nanicas verdes. Podem comprar de outra variedade, mas a nanica dá um chip bem saboroso. As bananas devem estar desenvolvidas...mas, verdes!!
Vamos imaginar que queiram preparar uma porção para mais ou menos 5 pessoas: providenciem umas 10 bananas.

Os procedimentos devem seguir a seguinte seqüência:

1- Lavem as bananas, sem descascá-las. Escorram a água.

2- Coloquem água numa panela para esquentar, numa quantidade suficiente para cobrir as bananas a serem processadas.

3- Quando a água entrar em ebulição, coloquem as bananas verdes dentro da panela, submersas na água fervente e as mantenham ali durante 5 - 7 minutos (isso é importantíssimo para facilitar o descascamento).

4- A seguir, retirem as bananas da água fervente e façam um resfriamento sob a torneira, pra facilitar o manuseio.

5- Descasquem as bananas e façam o corte em fatias bem finas, no descascador de batatas ou manualmente. Enquanto isso, coloquem o óleo pra esquentar.

6- Estando o óleo bem quente, vão colocando com cuidado as fatias de bananas para que ocorra a fritura. Não mexam muito...retirem quando estiverem na cor desejada.

7- Coloquem sobre papel toalha e adicionem o sal. Sirvam em seguida!

Fonte: Escola Agrotécnica Federal de Alegre/ES

Fonte: Na Biroskina 


* Embora alguns consumam na Indução é mais aconselhável a partir da PPC pois tem quem trave e quem literalmente vicie nelas!
Read More
Tecnologia do Blogger.

© 2011 Atkiniana, AllRightsReserved.

Designed by ScreenWritersArena